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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Escravos cubanos no Brasil. Governo podre!

Brasileiros leiam com atenção!
Falam-se por aí insuflados pelos políticos corruptos e sem caráter, lembrando do Lula por exemplo que era pobre de marre, e hoje um dos bilionários do Brasil.


Falando de Cuba, especificamente de Fidel Castro, o qual é dono de uma fortuna maior do que a da família real da Inglaterra, e o povo cubano na miséria, fortuna essa que já beira a casa de Um Trilhão de Dólares!
Os cubanos deveriam tirar esse ditador na marra!


Fico indignada com o apoio de nosso país a esse crápula, a esse feitor de escravos, sim de escravos, veja a situação: O governo brasileiro de acordo com essa política imoral e vergonhosa do regime de Cuba, contrata médicos desse país que na verdade serão nada mais, nada menos que escravos....

Os médico que virão trabalhar no Brasil, são propriedades do governo de Cuba, eu disse PROPRIEDADE, que já algo que tira a liberdade dos mesmos, o Brasil vai pagar por "cabeça"ou seja por médico a importância de 10.000,00 por mês e Cuba repassará uma pequena parte deste dinheiro as famílias dos mesmos, desta forma eles são escravos de Cuba,
ou melhor, de Fidel e do regime comunista.

Resumindo: no século 21 o povo cubano é escravizado, humilhado, e o Brasil, o nosso país de pleno acordo.
Arriba cubanos! acorda Brasil! vamos tirar esses monstros do poder!

sábado, 10 de agosto de 2013

AVC - Conheça os sintomas Você pode salvar uma vida ou evitar sequelas.



Durante o churrasco, Inês caiu. Queriam chamar uma ambulância mas ela insistiu que estava bem e que só tropeçara por causa dos sapatos novos. Ela estava um pouca pálida e tremia. Inês passou o resto da noite bem disposta e alegre. Mais tarde, o marido dela telefonou a informar, que a mulher fora internada no hospital. Às 23 horas falecera. Ela tinha tido um AVC durante o churrasco. Se os outros soubessem reconhecer os sintomas do AVC, ela poderia ainda estar viva. Algumas pessoas não morrem logo mas ficam durante muito tempo sujeitas a apoios e numa situação de desespero.

Só demora 1 minuto a ler o seguinte.... Um neurologista disse, se ele consegue chegar ao pé de um individuo que sofreu um AVC, ele pode eliminar as sequelas de um AVC. Ele disse, o truque é diagnosticar e tratar a pessoa durante as primeiras 3 horas. Como reconhecer um AVC?: Há 4 passos que devem ser seguidos para reconhecer um AVC. - peça à pessoa para rir (ela não vai conseguir). - Peça à pessoa para dizer uma frase simples (por exemplo: hoje está um dia bonito). - Peça à pessoa para levantar os dois braços (não vai conseguir bem). - Peça à pessoa para mostrar a língua (se a língua estiver torta ou virar dum lado para o outro, é um sintoma). Se a pessoa tem alguns destes sintomas chamar imediatamente o médico, descrever os sintomas ao telefone.

Um cardiologista disse, se for possível divulgar estas dicas a um número elevado de pessoas, podemos ter a certeza, que alguma vida - eventualmente a nossa própria possa ser salva.



terça-feira, 23 de julho de 2013

Conheça o homem que plantou uma floresta sozinho

 Conheça o homem que plantou uma floresta sozinho: Jadav Payeng transforma um banco de areia em Majuli em uma floresta de 540 hectares. Graças a ele rinocerontes e elefantes têm onde morar.
 Durante 30 anos o indiano plantou cerca de 1400 acres, o equivalente a 540 hectares ou 800 campos de futebol oficiais, na Ilha de Majuli, no leito do rio Brahmaputra.

Jadav Molai Payeng

A ilha fluvial já sofreu erosões no solo arenoso e 70% dela já ficou alagada devido aos impactos do aquecimento global que afetaram o rio Brahmaputra. 

Desde 1979 Payeng se preocupava com a precariedade da Ilha e desde então buscava soluções e apoio do governo local para evitar as enchentes e, principalmente, poupar a vida dos animais.”As cobras morreram no calor, sem qualquer cobertura arbórea. Alertei o departamento florestal e perguntei se eles poderiam plantar árvores lá”, relata o indiano.

A única solução encontrada pelas as autoridades era a de plantar bambu. Sem muito sucesso, Payeng disse que chorou debruçado sobre os animais mortos ao ver as tragédias. “Não havia ninguém para me ajudar. Ninguém estava interessado”, desabafa Payeng. O indiano não se conformou e logo procurou alguma alternativa para transformar a situação.


Payeng começou a cuidar da floresta sozinho plantando árvores e vivendo por muito tempo naquele banco de areia até a vegetação crescer e dar forma a floresta de “Molai Khatoni”. Desde os 16 anos, Payeng cuida da ilha, certa vez ele relatou a um jornal indiano que precisou trazer para a ilha algumas formigas vermelhas e outros animais que serviriam de alimento para conservar a vida da fauna local. “Depois de 12 anos, vimos urubus. As aves migratórias, também, começaram a afluir aqui. Cervos e gado atraíram predadores”, afirmou Payeng.

Para Payeng, a natureza tem uma próspera cadeia alimentar e por isso deve ser protegida pelos seres humanos. A história de Payeng é tão impactante que foi tema de um documentário sobre preservação da natureza. 
Fonte: Pensamento verde.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

"Renangate" e sua cara de pau.

SENADO (CUJO PRESIDENTE AINDA CONTINUA SENDO O RENAN CALHEIROS -SÓ PARA LEMBRAR) CORTA 53% DOS ROYALTIES QUE IAM PARA A EDUCAÇÃO E 84,7% QUE IAM PARA A SAÚDE


Com isso, o repasse cai de R$ 279,08 bilhões para R$ 108,18 bilhões. No caso da educação, o porcentual diminui 53,43%: de R$ 209,31 bilhões para R$ 97,48 bilhões. Na saúde, com a redução de 84,7%, o valor despenca de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bilhões. A estimativa é da Consultoria Legislativa de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara, com dados da Agência Nacional do Petróleo.

É um retrocesso ao clamor popular, avaliam especialistas. O projeto da Câmara, votado na semana passada em meio ao furor das manifestações que pediam 10% do PIB brasileiro para a educação, não chegava a alcançar esse porcentual, mas previa um acréscimo de 1,1% do PIB para o setor até 2022, chegando a 7% - hoje são 5,8%.

"A redução feita pelo Senado derrubou o porcentual de 1,1% para apenas 0,4% do PIB. Foi o anticlímax. Existia um ganho que não era o ideal, mas melhorava bem. Agora voltamos quase ao zero", diz o professor Luiz Araújo, especialista em financiamento e políticas públicas.