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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Av Frei Damião de Bozzano, ainda lutamos por um asfalto.

O Calvário dos moradores jardim tropical Gama Lins e adjacências.



Desde do início das obras pluviais em 2011 nós sofremos com essa avenida Alice Carolina junto com Avenida Frei Damião De Bozzano nós sofremos com muita lama e buraco novamente a reportagem veio e agora vamos esperar no que dá nos Deram um prazo de dois meses não vamos desistir confiram abaixo reportagem.



sábado, 21 de novembro de 2015

Humanismo secular vs Cristianismo

Defesa cristã



Debate Humanismo Secular Vs Cristianismo - Ciclista Cético Vs Jerry Wendel

No debate eu procurei enfatizar a honestidade acima de tudo, sempre mostrando links e referencias de meus dados para provar o que estou falando, nunca me intitulando vencedor.


Começarei demostrando pelos métodos científicos e filosóficos que Deus é a melhor resposta.

Argumentos para existência de Deus

  1. Argumento da contingência:
    1. Deus é a melhor opção porque existe algo em invés do nada

  1. Argumento Cosmológico Kalam:
    1. Argumenta que Deus é a melhor explicação para origem do universo em algum momento do passado finito.

  1. Argumento do Designer:
    1. Explica o ajuste fino das condições iniciais do universo e para existência de vida inteligente.

  1. Argumento moral:
    1. Deus é a melhor explicação para valores e deveres morais objetivos no mundo.

  1. Argumento ontológico:

    1. É um argumento sólido para existência de Deus, que argumenta que a possibilidade da existência de Deus explica sua existência e que portanto se Deus é ao menos possível então se conclui que Deus existe.

  1. Empirismo:

    1. E finalmente podemos saber se Deus existe através da experiência pessoal dEle, como um tipo de crença propriamente básica. Da mesma forma que eu sei que o mundo externo existe, que o passado é real, eu posso saber que Deus existe desta mesma forma, imediata, sem inferências.




Depois mostrarei que a ciência não pode ser prova dela mesma

A ciência não pode provar




  1. Verdades lógicas e matemáticas não podem ser provadas pela ciência, a ciência pressupõe a lógica e a matemática, então tentar prová-las pela ciência seria argumentar em círculos.
  2. Verdades metafísicas, como: Há outras mentes além da minha, ou que o mundo externo é real, ou que o passado não foi há 5 minutos aparentando ter milhões de anos, são crenças racionais que não podem ser provadas cientificamente.
  3. Crenças éticas sobre declarações de valor não são acessíveis pelo método científico. Você não pode mostrar, pela ciência, se os nazistas nos campos de concentração fizeram algo mau em contraste com os cientistas das democracias acidentais.
  4. Julgamentos estéticos, não podem ser avaliados pelo método científico, pois o belo, como o bom, não pode ser provado cientificamente.
  5. Finalmente, o mais notável seria a própria ciência. A ciência não pode ser justificada pelo próprio método científico. A ciência é permeada por suposições que não podem ser provadas.
    1. Exemplos, na teoria espacial da relatividade toda ela depende da suposição de que a velocidade da luz é constante entre quaisquer pontos A e B, mais isso estritamente não pode ser provado. Nós apenas temos que supôr isso para manter a teoria.

PORQUE EXISTE SOFRIMENTO?
5. Que razões às vezes são dadas para explicar o sofrimento humano, mas o que a Bíblia ensina?
5 Pessoas de várias religiões recorrem a seus líderes e instrutores religiosos para saber por que existe tanto sofrimento. A resposta, em geral, é que o sofrimento é da  vontade de Deus e que ele há muito tempo determinou tudo o que iria acontecer, incluindo as tragédias. Muitos são informados de que os caminhos de Deus são misteriosos, ou que ele causa a morte de pessoas — até mesmo de crianças — para tê-las junto de si no céu. Mas, como já vimos, Jeová jamais causa o mal. A Bíblia diz: “O verdadeiro Deus jamais faria o que é mau, o Todo-Poderoso nunca faria o que é errado!” — Jó 34:10.
6. Por que muitos cometem o erro de culpar a Deus pelo sofrimento no mundo?
6 Você sabe por que as pessoas cometem o erro de culpar a Deus por todo o sofrimento no mundo? Em muitos casos, elas culpam o Deus Todo-Poderoso porque pensam que ele seja o verdadeiro governante deste mundo. Elas não conhecem uma verdade bíblica simples, porém muito importante. Essa verdade foi considerada no Capítulo 3 deste livro. O verdadeiro governante deste mundo é Satanás, o Diabo.
7, 8. (a) De que modo o mundo reflete a personalidade de seu governante? (b) Como a imperfeição humana e “o tempo e o imprevisto” têm contribuído para o sofrimento?
7 A Bíblia diz claramente: “O mundo inteiro está no poder do Maligno.” (1 João 5:19)
Uma segunda razão de existir tanto sofrimento é que, conforme vimos no Capítulo 3, a humanidade é imperfeita e pecadora desde a rebelião no jardim do Éden. Os humanos pecaminosos tendem a lutar por domínio, e isso resulta em guerras, opressão e sofrimento. (Eclesiastes 4:1; 8:9)  Uma terceira razão do sofrimento é “o tempo e o imprevisto”.(Leia Eclesiastes 9:11.) Num mundo sem Jeová como Governante protetor, as pessoas talvez sofram por estarem por acaso no lugar errado, na hora errada.
9. Por que podemos ter certeza de que Jeová tem um bom motivo para permitir o sofrimento?
9 É consolador saber que Deus não causa o sofrimento. Ele não é responsável pelas guerras, pelos crimes, pela opressão, nem mesmo pelos desastres naturais que fazem as pessoas sofrer. Ainda assim, precisamos saber: Por que Jeová permite todo esse sofrimento? Se ele é o Todo-Poderoso, ele tem o poder para impedi-lo. Por que, então, se refreia de agir? O amoroso Deus que conhecemos deve ter um bom motivo para isso. — 1 João 4:8.

SURGE UMA QUESTÃO VITAL

10. O que Satanás questionou, e como?
10 Para descobrirmos por que Deus permite o sofrimento, temos de voltar ao tempo em que o sofrimento teve início. Quando Satanás levou Adão e Eva a desobedecer a Jeová, surgiu uma questão importante. Satanás não questionou o poder de Jeová. Até mesmo ele sabe que o poder de Jeová é sem limite. Em vez disso, Satanás questionou odireito de governar de Deus. Por dizer que Deus é um mentiroso que nega o bem a seus súditos, Satanás acusou Jeová de ser um mau governante. (Leia Gênesis 3:2-5.) Ele deu a entender que a humanidade se sairia melhor sem o governo de Deus. Isso foi um ataque à soberania de Jeová, ao seu direito de governar.
11. Por que Jeová simplesmente não destruiu os rebeldes no Éden?
11 Adão e Eva se rebelaram contra Jeová. Na realidade, é como se tivessem dito: ‘Não precisamos de Jeová como Governante. Podemos decidir por nós mesmos o que é certo e o que é errado.’ Como Jeová poderia resolver essa questão?  Como poderia ensinar todas as criaturas inteligentes que os rebeldes estavam errados e que Sua maneira de agir é realmente a melhor? Alguns talvez digam que Deus poderia simplesmente ter destruído os rebeldes e começado tudo de novo. Mas Jeová havia declarado seu propósito de povoar a Terra com os descendentes de Adão e Eva, e queria que eles vivessem num paraíso terrestre. (Gênesis 1:28) Jeová sempre cumpre seus propósitos. (Isaías 55:10, 11) Além disso, livrar-se dos rebeldes no Éden não teria solucionado a questão levantada quanto ao direito de Jeová governar.




Perguntas:

Ciclista Cético, Você diz que acreditar por fé é uma crença irracional, https://www.youtube.com/watch?v=p04mQqkPMsI&feature=youtu.be
Assim afirma que crê e Deus é algo para animais.
Minha pergunta é simples: Você acredita na evolução das especies segundo Darwin?

Explicação: Nas entrevistas, o evangelista questiona aos cientistas se eles poderiam apresentar “evidências visíveis a testáveis” – que são métodos científicos – da teoria da evolução. Como a resposta foi sempre negativa, o público que assistiu ao vídeo de 38 minutos no YouTube tratou de se engajar na divulgação do projeto.
Um documentário sobre a Teoria da Evolução, produzido pelo evangelista, escritor e apresentador de TV Ray Comfort, tem causado grande comoção nos Estados Unidos.
O filme “Evolution vs. God” (“Evolução versus Deus”, em tradução livre) mostra Comfort entrevistando diversos cientistas adeptos da teoria em universidades norte-americanas.

Método cientifico:
Um cientista não deve assumir saber a verdade sobre o que tenta explicar a priori. Quem assume que já possui a verdade sobre alguma coisa antes de investigar, tem seu poder de avaliação dos fatos comprometido com ideias pré-estabelecidas, o que acaba prejudicando seu julgamento. Preconceitos nunca são bem vindos quando se busca explicações científicas.
Todas as ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos; em contrapartida, nem todos os ramos de estudo que empregam estes métodos são ciências. Dessas afirmações podemos concluir que a utilização de métodos científicos não é de alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.
(Lakatos, Eva M. e Marconi, Marina A., "Metodologia Científica", Editora Atlas S.A., São Paulo SP. 1991, p.39)

Charles Darwin
O método científico é a teoria da investigação. Esta alcança seus objetivos, de forma científica, quando cumpre ou se propõe a cumprir as seguintes etapas:

a) descobrimento do problema ou lacuna num conjunto de conhecimentos. Se o problema não estiver enunciado com clareza, passa-se à etapa seguinte; se o estiver, passa-se à subseqüente;

b) colocação precisa do problema, ou ainda a recolocação de um velho problema, à luz de novos conhecimentos (empíricos ou teóricos, substantivos ou metodológicos);

c) procura de conhecimentos ou instrumentos relevantes ao problema (por exemplo, dados empíricos, teorias, aparelhos de mediação, técnicas de cálculo ou de mediação). Ou seja, exame do conhecido para tentar resolver o problema;

d) tentativa de solução do problema com auxílio dos meios identificados. Se a tentativa resultar inútil, passa-se para a etapa seguinte; em caso contrário, à subseqüente;

e) invenção de novas idéias (hipóteses, teorias ou técnicas) ou produção de novos dados empíricos que prometam resolver o problema;

f) obtenção de uma solução (exata ou aproximada) do problema com auxílio do instrumental conceitual ou empírico disponível;

g) investigação das conseqüências da solução obtida. Em se tratando de uma teoria, é a busca de prognósticos que possam ser feitos com seu auxílio. Em se tratando de novos dados, é o exame das conseqüências que possam ter para as teorias relevantes;

h) prova (comprovação) da solução: confronto da solução com a totalidade das teorias e da informação empírica pertinente. Se o resultado é satisfatório, a pesquisa é dada como concluída, até novo aviso. Do contrário, passa-se para a etapa seguinte;

i) correção das hipóteses, teorias, procedimentos ou dados empregados na obtenção da solução incorreta. Esse é, naturalmente, o começo da um novo ciclo de investigação" (Bunge, 1980:25).

(Lakatos, Eva M. e Marconi, Marina A., "Metodologia Científica", Editora Atlas S.A., São Paulo SP. 1991, p.46)




Fontes:


Ciclista cético me acusa de tudo que ele faz https://plus.google.com/u/0/+CarlosEduardoBR/posts/e1cKkRnSeuX

Jesus - Uma Cópia De Mitos? Zeitgeist Desmascarado   
“Segundo pesquisadores, sentir-se feio lhe torna mais propenso a apoiar movimentos de esquerda” http://www.pavablog.com/2014/06/28/segundo-pesquisadores-sentir-se-feio-lhe-torna-mais-propenso-a-apoiar-movimentos-de-esquerda/



Será que as leis da ciência se aplicavam no princípio?


O neo-ateísmo - Uma análise e refutação

Carl Sagan - Limiar da eternidade Universo x Deus Dublado diz pra deixar como estar

https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=f21Hf4Fb83I


Richard Dawkins acredita no Design Inteligente.

As 100 melhores historias da mitologia grega
O comunismo matou em nome do ateísmo? Por Dinesh D'Souza

https://www.youtube.com/watch?v=1U6aR_jgda8&index=1&list=PLpiZQxUqv5D6540L3hT5T7yDKAdtQ5l02
Stephen Hawking eliminou Deus? - William Lane Craig

Hawking e Mlodinow negam a filosofia ao mesmo tempo defendem o Pluralismo ontológico, sem nem saberem disso, que consiste em: Ex. 1: A lua existe? R. Não é verdade que a lua exista e Não é verdade que a Lua não exista.
Ao contrastarem o criacionismo da terra jovem com o “Big Bang” Hawking e Mlodinow afirmam que embora o “Big Bang” seja mais “útil” não se pode dizer que um modelo é mais real que o outro.
Eles negam a filosofia mais todo tempo falam de filosofia e não de ciência, isso serve para se esconder a realidade de encobrir  a verdade estão cobrindo sua filosofia amadora com o manto da autoridade cientifica da física, fazem isso para evitar argumentar a favor de seus posicionamentos. E ao fazerem isso, entrarem em um campo onde nenhum conhecimento tem são apenas opiniões de um leigo.
Ciência comprova a existência de Deus. “A ciência deve ser a procura pela verdade.” Linus Pauling ganhador de dois prêmios Nobel

Fala do experimento que criação espontânea de aminoácidos onde foi constatado fraude.
Prova da existência de Deus proteínas e aminoácidos

Por que o Cristianismo entre tantas religiões? (por Tassos Lycurgo) https://www.youtube.com/watch?v=qbTwFWDVj84&list=PLpiZQxUqv5D6540L3hT5T7yDKAdtQ5l02&index=24
É certo julgar a religião ou o ateísmo por seus crimes? - Dinesh D'Souza

Debate: Deus Existe? William Lane Craig vs Christopher Hitchens

O Ajuste Fino do Universo.

Onde quer que os físico olhem, eles veem exemplo de ajuste fino.” Sir  Matin Rees, Astrônomo
“O fato notável é que os valores destes números parecem ter sido finamente ajustados para tornar possível o desenvolvimento da vida” _Stephen Hawking_ Físico Cosmólogo.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Páscoa, dados históricos comprovam sua origem e miscigenação.

Desde sua origem até os dias da páscoa comercial lucrativa.
Claro que não vamos falar de todos os livros e dados que mostrem, pois existem milhões de livros falando de como a Páscoa surgiu e como ele se modificou mundo afora.



A maior celebração cristã (junto com o Natal, claro) tem sua origem na festa judaica do Pessach - que significa "passagem" em hebraico, uma referência à saída dos judeus do Egito e sua libertação da escravidão, com a chegada à terra prometida sob a liderança de Moisés. Durante a festa judaica, o ovo - um dos únicos alimentos que não perde a forma depois de cozido - é utilizado como símbolo do povo de Israel. Em determinado momento, o chefe de família se levanta e diz: "O povo de Israel é como esse ovo, que, quanto mais cozido na dor e no sofrimento, mais preserva sua unidade e sua identidade". (Evidentemente, naquela época o ovo ainda não era de chocolate.) A comemoração foi adaptada pelo cristianismo para relembrar a ressurreição de Cristo, que também representa a renovação da vida. "Já o coelho foi uma forma de popularizar a festa", diz Maria Ângela de Almeida, teóloga da PUC-SP. 

Pessach (do hebraico פסח, ou passagem) é a "Páscoa judaica", também conhecida como "Festa da Libertação", e celebra a fuga dos hebreus da escravidão no Egito em 14 de Nissan no ano aproximado de 1280 a.C

De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3.500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo egípcio. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebreia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.

Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo a ira divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.
Como recordação dessa liberação, e do castigo de Deus sobre o Faraó, foi instituído para todas as gerações o sacrifício de Pessach.
É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.

Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar, para pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza ou por viagem.
Páscoa Cristã é a festividade mais importante para a religião cristã. Páscoa significa passagem e tem origem no termo hebraico Pessach.
O "Domingo de Páscoa" celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. A data é comemorada após a primeira lua cheia que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A data é sempre entre os dias 22 de março e 25 de abril.
Comemoram neste dia porque Cristo veio cumpri todos os mandamentos, e a lei se cumpriu nEle, portando Cristo é a nova lei.

Nas línguas de origem grega e latina, o nome utilizado para Páscoa é derivado do grego Πάσχα (Pascha), um termo que derivou, através do aramaico, do hebraico פֶּסַח (Pesach ou Pesaḥ), um termo utilizado originalmente para designar umfestival judaico comemorando o Êxodo e conhecido em português como Páscoa judaica. Já nos primeiros anos da década de 50 do século I, Paulo, escrevendo de Éfeso aos cristãos de Corinto20 utilizou o termo para fazer referência a Cristo e é improvável que os efésios e coríntios tenham sido os primeiros a ouvir o Êxodo 12 interpretado como uma referência à morte de Jesus e não a um ritual de passagem judaico21 . Quase todos os países falantes de línguas não-inglesas utilizam nomes derivados de Pascha para a festa.

O termo em inglês é Easter, cognato com alemão moderno Ostern, derivado do inglês antigo Eastre ou Eostre. A teoria geralmente aceita defende que ele era originalmente o nome de uma deusa anglo-saxônica, Ēostre, uma forma do termoindo-europeu encontrado em muitos lugares para a deusa do amanhecer


Referências

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  5. ↑ Ir para:a b Norman Davies. Europe: A History. [S.l.]: HarperCollins.
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  11. Ir para cima Weiser, Francis X.. Handbook of Christian Feasts and Customs. New York: Harcourt, Brace and Company, 1958. p. 214. ISBN 0-15-138435-5
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  19. Ir para cima Karl Gerlach. The Antenicene Pascha: A Rhetorical History. [S.l.]: Peeters Publishers, 1998. p. XVIII.
  20. Ir para cima I Coríntios 5:7
  21. Ir para cima Karl Gerlach. The Antenicene Pascha: A Rhetorical History. [S.l.]: Peters Publishers, 1998. p. 21.
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  27. Ir para cima Romanos 6:4
  28. Ir para cima 1 Coríntios 5:7
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    Karl Gerlach. The Antenicene Pascha: A Rhetorical History. [S.l.]: Peeters Publishers, 1998. 32, 56 p.
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    In: Barker, Kenneth. Zondervan NIV Study Bible. Grand Rapids: Zondervan, 2002. ISBN 0-310-92955-5
  32. Ir para cima Atos 2:1Atos 12:3Atos 20:6Atos 27:9I Coríntios 16:8
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