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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

PT de Lula paga militantes para fazer campana na penitenciaria a favor dos mensaleiros

Cidadão Tentando Homenagear Joaquim Barbosa na Prisão de José Genoíno e José Dirceu e atacado por PTISTAS



Prestem bastante atenção, isso tudo acontece porque vocês votaram nos bandidos do Lula e da PresidAntA Dilma, Dilma é guerrilheira e assassina (mais informações sobre essa banida aqui: http://goo.gl/Z9WGku ) que tem filiação as FARC, Lula é o maior bandido que esse país já viu.


Vejam como os militantes pré-pagos do PT, eles recebem R$ 50,00 e pão com mortadela, hostilizam a imprensa e o único cidadão (jaqueta marrom) que compareceu para prestar uma homenagem ao ministro Joaquim Barbosa com seu cartaz. Eles utilizaram uma senhora (vestido vermelho bolinhas brancas) para confrontá-lo. Até o repórter da Globo ficou irritado e os demais profissionais da imprensa ficaram indignados com a hostilidade que tal cidadão sofreu.
 


Frase no cartaz:"Parabéns Ministro Joaquim Barbosa, Precisamos de homens como você em Brasília. Ass.: Gigante pela própria natureza. Cidadão Brasileiro"




Quem são bandidos do PT que achincalham a democracia e cometem crimes?

São uns canalhas, não argumentam, gritam, rincham, zurram, rosnam. 
Esse é o retrato do Brasil de hoje governado por uma gangue de meliantes. Com certeza esses aí que querem transformar bandidos como Genoíno e Dirceu em heróis também fuçam na mesma lama. Devem ter alguma boquinha no governo e são pagos pra isso. Puxar saco de safado. Lugar de bandido é na cadeia mesmo. Só achei que demorou foi muito e as penas foram brandas.


José Genóino


José Genoino Guimarães Neto (Quixeramobim, Ceará, 3 de maio de 1946) é ex-guerrilheiro e político brasileiro, ex-presidente do Partido dos Trabalhadores. Deputado federal pelo estado de São Paulo, passou a ser titular da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara) em 7 de março de 2013.1 2

Condenação por corrupção ativa
 
Renunciou à presidência do PT em julho de 2005, por envolvimento em denúncias de corrupção relacionadas ao escândalo do mensalão.9 Em 30 de março de 2006, foi denunciado pelo Procurador Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos líderes do suposto grupo responsável pelo mensalão.10 Em agosto de 2007, o STF aceitou a denúncia de Genoino e outros 11 réus pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.11 O deputado, que passou a contar com foro privilegiado em razão da sua eleição como deputado em 2006, começou a ser julgado por formação de quadrilha e corrupção ativa (9x) no STF em agosto de 2012.12

Foi condenado pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal em 9 de outubro de 2012.13 Mesmo tendo sido condenado, assumiu em 2 de janeiro de 2013 como deputado federal.

Em 15 de novembro de 2013, após condenado pelo Supremo Tribunal Federal brasileiro se entregou à Polícia Federal em São Paulo.14


José Dirceu

José Dirceu, segundo o juiz aposentado Sílvio Mota, seu ex-companheiro no treinamento de guerrilha em Cuba, levou uma vida mansa, protegido e privilegiado por amigos de Fidel.

No fim de semana que antecedeu o início do julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu se recusou a participar de uma solenidade destinada a festejar um período obscuro de seu passado. http://goo.gl/FJrfvY

O ato público, convocado por organizações de esquerda, pretendia relembrar o Movimento de Libertação Popular (Molipo), um grupo formado por 28 exilados brasileiros que treinavam guerrilha em Cuba nos anos 70.


Dirceu, que era um deles, achou mais prudente evitar a aparição pública.

Além do ex-ministro, só há mais dois sobreviventes do Molipo: o juiz aposentado Sílvio Mota e o mestre-de-obras, também aposentado, Otávio Ângelo. Todos os demais foram mortos pela repressão quando retornaram ao Brasil.

José Dirceu de Oliveira e Silva (Passa-Quatro, 16 de março de 1946) é um político e advogado brasileiro, com base política em São Paulo.

Foi um suposto líder estudantil entre 1965 e 1968, ano em que foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em setembro de 1969, com mais quatorze presos políticos, deportados do país, em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, foi deportado para o México. Posteriormente exilou-se em Cuba. Fez plásticas e mudou de nome para não ser reconhecido em suas tentativas de voltar ao Brasil após ser exilado, e voltou definitivamente ao país em 1971, vivendo um período clandestinamente em São Paulo e em algumas cidades do Nordeste e, quando teve novamente sua segurança ameaçada, retornou a Cuba. Em 1975 retornou ao Brasil, estabelecendo-se clandestinamente em Cruzeiro do Oeste, no interior do Paraná.

Condenação por corrupção e prisão

Em 9 de outubro de 2012 foi condenado por corrupção ativa, junto com José Genoíno e Delúbio Soares, pelo Supremo Tribunal Federal, colocando um hiato em sua carreira política.

Em 22 de outubro de 2012 foi condenado por formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal, por 6 votos a 4.

Já no dia 12 de novembro de 2012 foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão, devendo cumprir a pena em regime fechado, por conta da sua participação no esquema do mensalão. Ele também foi condenado pela corte a pagar multa no valor de R$ 676 mil.12 .

Recentemente foi envolvido em outro escândalo de corrupção e de tráfico de influência devido a sua proximidade com a Rosemary Noronha, pivô do escândalo.13

O livro "1968, o que fizemos de nós", do jornalista Zuenir Ventura, revela que José Dirceu, acusado de ser o chefe da quadrilha do Mensalão, e que o ministro do STF Celso de Mello eram colegas. Em 1968, José Dirceu e Celso de Mello moravam numa república de estudantes em São Paulo.14

No dia 15 de novembro de 2013, depois de o STF expedir mandado de prisão contra 12 réus do mensalão (ação penal 470), se entregou à Polícia Federal, em São Paulo, prometendo continuar a lutar, inclusive em tribunais internacionais, para provar sua inocência.


Delubio soares

Delúbio Soares de Castro (Buriti Alegre, 6 de novembro de 1955) é formado em Matemática pela Universidade Católica de Goiás. Trabalhou como professor nos colégios Bandeirantes, José de Alencar, Ateneu Dom Bosco e Lyceu de Goiânia (até 1984).

Antes de ser o tesoureiro do PT, Delúbio foi também sindicalista e tesoureiro nacional da CUT. Foi coordenador das campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva em 1989 e 1998. Passou a ser o tesoureiro do PT em 2000.

Delúbio ficou conhecido nacionalmente como o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT). Esteve no centro de graves denúncias de corrupção, após a publicação do escândalo do mensalão, e consequentemente foi expulso do Partido dos Trabalhadores, em 2005. A expulsão foi aprovada por maioria de votos no Diretório Nacional. Em recente entrevista Delúbio destacou as incongruências do processo.1

No dia 30 de março de 2006, o procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) 40 integrantes do mensalão. O procurador descreveu o grupo como uma "organização criminosa" e atribuiu sua liderança a José Dirceu, José Genoino, Delúbio e Sílvio Pereira.[carece de fontes]

Ainda em 2006, Delúbio foi acusado de envolvimento também na Máfia dos Vampiros.

 Condenação pelo mensalão


O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares se entregou à Polícia Federal em Brasília na manhã deste sábado (16). Na sexta, o relator do processo do mensalão e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, emitiu mandado de prisão para 12 condenados no processo, entre os quais Delúbio.

Segundo o advogado Arnaldo Malheiros, Delúbio estava em uma cidade de Goiás e viajou de carro para Brasília. "Ele acaba de se entregar. Já está em posse da Polícia Federal", disse às 11h30 ao G1 o criminalista, responsável pela defesa de Delúbio.

O ex-tesoureiro do PT se apresentou na sede nacional da Polícia Federal, em Brasília. Depois, ele foi levado para o prédio da Superintendência da PF no Distrito Federal, onde chegou às 14h46. Ele estava no banco de trás de um carro prata da PF, totalmente coberto por um terno cinza. O carro em que estava Delúbio chegou escoltado por outro veículo da PF. Nos bancos da frente, estavam dois policiais federais.


TEMOS QUE PRENDER TODOS DA QUADRILHA







QUEM FORAM CONDENADOS E QUAIS FORAM AS PENAS DOS CONDENADOS

Ordens de prisão
As ordens de execução imediata das penas foram dadas pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, e chegaram à Polícia Federal em Brasília por volta das 16h10 pelas mãos de dois oficiais de Justiça. A PF disse que enviaria os ofícios para as superintendências regionais por meio de fax para iniciar a execução das prisões. A polícia não divulgou o teor dos ofícios.

Condenados com mandado de prisão
A Polícia Federal em Brasília informou que os 12 mandados são referentes aos seguintes réus:

José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil
- Pena total: 10 anos e 10 meses
- Crimes: formação de quadrilha e corrupção ativa

José Genoino, deputado federal licenciado (PT-SP)
- Pena total: 6 anos e 11 meses
- Crimes: formação de quadrilha e corrupção ativa

Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT
- Pena total: 8 anos e 11 meses
- Crimes: formação de quadrilha e corrupção ativa

Marcos Valério, apontado como "operador" do esquema do mensalão
- Pena total: 40 anos, 4 meses e 6 dias
- Crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

José Roberto Salgado, ex-dirigente do Banco Rural
- Pena total: 16 anos e 8 meses
- Crimes: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas

Kátia Rabello, ex-presidente do Banco Rural
- Pena total: 16 anos e 8 meses
- Crimes: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas

Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério
- Pena total: 25 anos, 11 meses e 20 dias
- Crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro

Ramon Hollerbach, ex-sócio de Marcos Valério
- Pena total: 29 anos, 7 meses e 20 dias
- Crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério
- Pena total: 12 anos, 7 meses e 20 dias
- Crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Romeu Queiroz, ex-deputado pelo PTB
- Pena total: 6 anos e 6 meses
- Crimes: corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do extinto PL (atual PR)
- Pena total: 5 anos
- Crimes: corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil
- Pena total: 12 anos e 7 meses
- Crimes: formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro